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Homem é condenado a 26 anos de prisão por assassinato de adolescente

Júlio Cézar Zambrano Padilha, de 27 anos, foi condenado pelo tribunal do júri, a mais de 26 anos de prisão em regime fechado, pelo assassinato da menor Linikelen Dutra Fialho, com 13 anos na época do crime.  O crime ocorreu no dia 25 de fevereiro de 2015, na Rua Fernando Chagas, bairro Artidor Ortiz.

Linikelen Fialho tinha apenas 13 anos. Foto: Reprodução / Facebook

Conforme a denúncia do Ministério Público, Padilha e uma adolescente, na época com 16 anos, invadiram a casa da vítima e desferiram pelo menos 33 facadas por todo seu corpo, provocando intensa hemorragia e a morte da vítima. A jovem, também acusada pelo crime, foi recolhida ao Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) de Porto Alegre.

Conforme a denúncia, o réu praticou o crime por motivo fútil. Na sentença, Padilha foi condenado levando em consideração que ele teria exigido que a jovem de 16 anos monitorasse à distância os movimentos na residência da vítima, premeditando o crime. Na época do assassinato de Linikelen, o homem cumpria pena no regime semiaberto.

Acusado de homicídio qualificado, Padilha já estava recolhido ao Presídio, respondendo também a outros dois processos com trânsito em julgado, um por estupro e outro por tentativa de homicídio.

A pena-base foi fixada em 16 anos e seis meses de reclusão. No entanto, com os agravantes de reincidência, a impossibilidade de defesa da vítima e o uso de meio cruel, a pena foi aumentada em 1/6 para cada ano, ficando definida em 26 anos, dois meses e 23 dias de reclusão em regime fechado. A defesa deve recorrer da sentença.

O Júri foi presidido pelo juiz Felipe Sandri, tendo na acusação o promotor de justiça Lucas Oliveira Machado e na defesa do réu, a advogada Karen da Penha.

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Reportagem: Julio Lemos / Gazeta de Rosário
Fotos: Julio Lemos e Renato Moraes / Gazeta de Rosário e Reprodução / Facebook

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